Aliado de novo ministro da Saúde, Efraim Filho afirma que Mandetta é “o melhor nome”

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou hoje, na sua conta do Twitter, que o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), de 53 anos, vai assumir o Ministério da Saúde a partir de janeiro de 2019. Ortopedista pediátrico, Mandetta não se candidatou à reeleição, portanto estará sem mandato no próximo ano. O novo ministro é muito próximo do deputado federal paraibano Efraim Filho (DEM) para quem até pediu votos na última campanha.

Em entrevista ao portal ParlamentoPB, Efraim Filho, comentou a indicação do novo auxiliar de Bolsonaro: “Ele consegue reunir qualidade técnica e científica. É um ortopedista extremamente respeitado e tem muita articulação muito forte com a classe médica, tanto que hoje estavam presentes a Associação dos Médicos do Brasil, o CFM, Coren, Federação dos Agentes de Saúde e também conhece o parlamento, é muito respeitado e pode contribuir com o encaminhamento da agenda da Saúde em 2019. Não poderia haver melhor escolha”, resumiu o paraibano.

Bolsonaro disse que Mandetta terá de “tapar ralos”, facilitando a vida das pessoas com pouco dinheiro em caixa. O futuro ministro chegou ao gabinete de transição no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no início da tarde para se reunir com Bolsonaro.

Mandetta tentou evitar a imprensa. Com a ajuda do deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), o futuro ministro entrou com um grupo de assessores parlamentares.

CFM

O Conselho Federal de Medicina (CFM) elogiou a escolha de Mandetta como ministro da Saúde. Para o conselho, Mandetta é um “médico preparado, experiente e com condições de coordenar em nível nacional as ações da pasta”.

Em ofício que será ao presidente Bolsonaro amanhã (21), o CFM afirma que espera que “seja inaugurado um canal de diálogo entre o governo e a categoria médica, por meio de suas entidades de representação”.

O conselho diz ainda no documento que a escolha de Mandetta “é um passo importante para a consolidação do Sistema Único de Saúde [SUS]” e que já encaminhou para análise do presidente eleito um Manifesto das Entidades Médicas, que contém sugestões de curto e médio prazos sobre temas relacionados a valorização dos profissionais da saúde e a qualificação da assistência em saúde no país.



Fonte: ParlamentoPB

 

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