A compra e até mesmo a venda de votos ainda são uma realidade no Brasil. Prática típica dos primeiros anos da República, continua em vigor até hoje no país, apesar das leis e da maior fiscalização por parte das autoridades e da sociedade civil.

 

De norte a sul do Brasil, votos são comprados com uma extensa lista de benefícios, em que o dinheiro vivo e às vezes até pagar uma conta de energia atrasada são  moedas utilizadas.

 

Durante visitas em comunidades, a candidata a deputada federal, Procuradora Mônica (PSDB), que já exerceu a função de Juíza Eleitoral nas eleições de  2000 e 2002, escuta muitos pedidos e fica indignada que essa prática ainda aconteça, isso porque a corrupção é o meio mais fácil. “Corromper um voto é crime. Nas minhas visitas às comunidades, escuto muitos pedidos e sempre explico o quanto é errado aceitar vender o voto. O voto é a arma do povo”.

E a Procuradora completa: “Pedir ou aceitar de candidatos esse tipo de propina em períodos eleitorais em troca do voto, faz com que apenas corruptos sejam eleitos”.

A candidata, que tem como bandeira de sua candidatura o enfrentamento à corrupção, desaponta-se quando percebe que muitas pessoas vão a uma reunião esperando receber algo em troca.

Mas ela tem a esperança de mudar  essa cultura. “É preciso cortar o mal da corrupção pela raiz, com educação, com pleno emprego, com saúde de qualidade para todos, e eu, se eleita for, vou buscar isso, em cada um dos dias de meu mandato”, afirmou.

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