Apesar dos constantes ataques sofridos, nos últimos dias, pelos filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ser acusado de traidor por aliados, o deputado federal, Julian Lemos (PSL), utilizou as redes sociais, nesta quarta-feira (30), para se solidarizar com o presidente, diante dos ataques que vem sofrendo da Rede Globo, na tentativa de associá-lo à morte da vereadora carioca, Marielle Franco (Psol).

Julian Lemos enfatizou que conhece bem o presidente para testemunhar que não há nenhuma possibilidade de envolvimento dele no crime. Ele ressaltou que Bolsonaro é vítima de injustiça e armação. “O conheço suficiente para dizer que isso não tem nada a ver. Sou legitimado por essa proximidade, para dar o testemunho. Tenho certeza que, em breve, tudo será esclarecido”, postou.

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Entenda o caso

O principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, o sargento aposentado da Polícia Militar, Ronnie Lessa, reuniu-se com outro acusado, o ex-policial militar Élcio Queiroz, no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. É o mesmo local onde o presidente Jair Bolsonaro tem uma casa.

A reunião ocorreu no dia do crime, em 14 de março de 2018. As informações são de depoimento obtido pelo Jornal Nacional, da TV Globo.

Segundo depoimento de um porteiro do condomínio, obtido pelo programa, Élcio teria dito na portaria que iria à casa de Jair Bolsonaro, que na época era deputado. Os registros de presença da Câmara dos Deputados, no entanto, mostram que Bolsonaro estava em Brasília nesse dia.

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