A Comissão Geral foi realizada por iniciativa dos deputados Alberto Fraga (DF), Sóstenes Cavalcante (RJ) e Efraim Filho (PB), líder do Democratas.

O Plenário da Câmara dos Deputados abrigou, nesta quinta-feira (26), a Comissão Geral que debateu o assassinato de policiais militares e demais agentes públicos de segurança no Brasil. A cerimônia foi realizada por iniciativa dos deputados Alberto Fraga (DF), Sóstenes Cavalcante (RJ) e Efraim Filho (PB), líder do Democratas.

Efraim lembrou que antes da abertura da Comissão Geral, todos participaram de um ato simbólico no gramado da Câmara, onde cruzes foram levantadas em memória dos policiais e agentes de segurança mortos neste ano. “Este momento é, antes de tudo, um momento de gratidão, de reconhecimento por essa luta árdua, muitas vezes dura e desleal”, disse ele. “O Parlamento tem a vocação de mediar soluções, trazendo para a mesma mesa autoridades e especialistas, para que se pense de forma integrada essas soluções”, acrescentou.

O deputado Alberto Fraga afirmou que a expectativa era de queda no número de casos após a sanção da lei que torna hediondo o assassinato de policiais. “Infelizmente, não houve um freio”, lamentou ele. “Agora faremos uma proposta para impossibilitar a progressão da pena para crimes desse tipo. E mesmo que haja oposição de alguns representantes dos direitos humanos, seguiremos em frente”, revelou.

Por sua vez, o deputado Sóstenes Cavalcante enfatizou que os direitos humanos devem ser assegurados para todas as pessoas. “Direitos humanos são para todos. Não apenas para bandidos. Os policiais não podem ser discriminados!”, exclamou o parlamentar. Ele também questionou a inércia do governo diante da crise da segurança no Rio de Janeiro e em todo o país. “Em muitos lugares, os policiais recebem salários inadequados, vivem insegurança com relação às suas moradias e não recebem apoio psicológico e espiritual adequado”, enfatizou.

O deputado Marcos Rogério (RO) também marcou presença no evento e protestou contra aqueles que criminalizam a ação dos policiais e agentes de segurança. “Infelizmente, a esquerda fez mal ao Brasil. Ela vitimiza o bandido, criminaliza o trabalho do combatente e tenta, a todo momento, retirar os instrumentos de trabalho do policial”, afirmou, cobrando ainda esforço do Poder Executivo na disponibilização de instrumentos adequados para o bom trabalho dos policiais.

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