Investir em Educação é o melhor caminho para proporcionar mais qualidade de vida para a população paraibana. É pensando nisto que o pré-candidato a governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), propõe a ampliação do programa GiraMundo, das escolas técnicas estaduais e a criação de um programa de geração do primeiro emprego para jovens. Em entrevista ao programa Alex Filho com Você, na TV Master, nesta sexta-feira (20), o socialista garantiu também que será prioridade investir cada vez mais nos profissionais da Educação da rede estadual.

“Eu acredito que a Educação é a política mãe de todas as políticas. Eu sempre disse que dar uma educação de qualidade é dar asas ao jovem para que ele possa dar os próprios voos na direção que ele desejar. Por isso que nós, enquanto projeto, investimos tanto em Educação. É ela que hoje faz centenas de jovens irem estudar fora do Brasil, fazendo intercâmbio, algo que era coisa só de filho de rico e, atualmente, é a escola pública que propicia isso. O GiraMundo será ampliado no nosso governo. Nós queremos não mais centenas, mas milhares de jovens estudando e fazendo intercâmbio cultural para que eles tragam as suas experiências para a Paraíba”, garantiu.

Não apenas o GiraMundo será ampliado, mas o número de escolas técnicas estaduais. João afirmou que para além da construção de novas escolas deste porte, também será implantado um programa que dará oportunidade de emprego para os estudantes destas escolas técnicas.

“Isso aumentará o número de estudantes. Vamos implantar um programa de primeiro emprego para os alunos que saem das escolas técnicas. Isso já está sendo preparado e formatado, com a participação do Estado e de todos os fornecedores, que são em número muito grande para o Governo”, explicou.

O pré-candidato socialista também destacou que a pretensão é aumentar o número de Escolas Cidadãs e de ensino integral, de forma que todos os municípios paraibanos sejam beneficiados. Além disso, também continuará sendo prioridade, a partir de janeiro de 2019, os investimentos na capacitação e qualificação dos profissionais da Educação.

“Isso deve ser um investimento permanente. Você pode investir em toda a parte física, mas se não se investir na relação ensino-aprendizado, os resultados não virão. A Paraíba hoje já recebe um retorno extraordinário daquilo que está acontecendo na Educação”, afirmou.

Segurança é responsabilidade de todos

João ressaltou a redução significativa dos índices de violência na Paraíba, constatados pelo Atlas da Violência. Esta redução é um reflexo da política pública de Segurança que foi implantada desde 2011, na gestão do governador Ricardo Coutinho (PSB).

“Esse Estado é o único no Brasil que consegue manter, ano a ano, a redução sistemática dos índices de violência. Se não tivesse intervenção de uma política pública de Segurança que hoje está implantada na Paraíba, esses números estariam beirando aos 100 mortos a cada 100 mil habitantes. Esses números são hoje em torno de 30 a 31 assassinatos a cada 100 mil. Também é importante dizer que o crime contra o patrimônio tem reduzido. A Paraíba tem uma política pública de Segurança que tem dado resultados importantes”, argumentou.

O combate à violência é uma responsabilidade de toda a sociedade, e, principalmente da União, Estados e Municípios. Só assim é possível que se reduza cada vez mais assassinatos e outros crimes. Para João, é equivocado o pensamento de que a concentração da responsabilidade de um problema social que acomete a todos seja única exclusividade do Estado e é didático ao explicar a problemática.

“Uma prefeitura, como a de João Pessoa, que mantém ruas inteiras apagadas sem que a iluminação pública esteja funcionando, está colaborando para o aumento da violência, porque está criando ambientes propícios para que marginais se utilizem da escuridão. Quando não se tem políticas públicas para deixar os jovens cada vez mais nas escolas, também se está contribuindo. Essa é uma questão que está associada a uma necessária política nacional. A Paraíba apreendeu nesses últimos anos cerca de 13 toneladas de entorpecentes e eles não são produzidos aqui. Vieram de fora, passaram pelas fronteiras, que é de responsabilidade do Governo Federal”, disse.

Ele ressaltou que é na gestão do PSB que o policial, tanto militar quanto civil, tem a condição básica de realizar seu trabalho dignamente. “A Paraíba não está isolada no Brasil e a Paraíba sofre as mesmas pressões que todos os Estados sofrem, mas a política implantada de oferecer ao policial a condição ideal de seu trabalho, aqui, é uma realidade. Ele hoje tem a proteção individual, tem colete, armamento, tem veículo que não precisa empurrar, tem veículo que é abastecido e que não precisa fazer cota entre os moradores de um bairro ou cidade para colocar combustível. O policial hoje quando atira não precisa guardar a cápsula para depois levar numa feira para encher novamente a bala. Esse era o cenário que nós tínhamos na Paraíba logo ali, em 2010. Poucas pessoas sabem, mas quando o governador Ricardo Coutinho assumiu esse Estado, teve que pedir emprestado balas a Pernambuco por que as Polícias Civil e Militar da Paraíba não tinham um estoque sequer de balas para colocar nas armas dos policiais”, relatou.

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