O Prefeito Fábio Tyrone (PSB), buscou mais uma vez explicar nesta terça-feira (25), a decisão do STF que negou recurso especial impetrado pelos advogados no Processo das “Cores” em Brasília.

Tyrone lembrou que essa Lide foi vencida por ele em 1ª Instância. O MP recorreu ao TJPB em grau de recursos. Nesta segunda Instância, houve a condenação. O Processo foi recorrido ao STF em Brasília.

O Prefeito frisou que ainda restam para defesa nesta fase do Processo no STF três recursos: “um embargo de declaração, um embargo de divergência, e outro embargo de declaração. Se esses embargos não resolverem a questão, o Processo volta a Paraíba, por que ele estar sob start na Paraíba um recurso especial que diz respeito a duas questões: a proporcionalidade, e a repercussão geral em relação há de ser é imputado ou não a improbidade aos que foram eleitos”, resumiu.

O Chefe do Executivo Sousense continuou a explicar que depois de percorrer todos esses graus de recursos, o Processo ainda volta a Paraíba. “Se por ventura julgarem que a Improbidade não deve atingir aos que foram eleitos, eu venço o processo, e pronto, e nos livramos disto. Se julgarem que deve a Improbidade ser também imputada aos eleitos, nós temos outra questão: a proporcionalidade. Nós não podemos perder os direitos políticos que não demos prejuízo ao erário, se não causamos danos ao erário, nem enriquecemos com isso. O meu processo eu venci em Sousa, e todo mundo sabe por quer perdi em João Pessoa, ele não fala em nenhum momento que houve danos ao erário nem que teve enriquecimento ilícito, fala apenas em atentado contra os princípios da Gestão Pública. Então eu não incorro no ficha limpa”, assegurou.

Explicando os fatos cronológicos do Processo, Fábio Tyrone asseverou que estava crendo que “quando esse recurso especial subir ao STF, eu devo ganhar essa Ação. Mas, bem. Se tudo o que eu fizer ainda me levar ao insucesso, e nós daqui há três ou quatro anos, quando essa Ação transitada em julgada, tivermos um resultado desfavorável a nossa pretensão, essa Ação não tem o condão de me tirar do cargo. Ela não me tira das funções, por quer não pode haver exagero no cumprimento da sentença. Eu ganhei em Sousa, e perdi em João Pessoa. A sentença que foi dada em João Pessoa, diz que eu perco os meus direitos políticos. Então se o povo me quiser de novo, e me reeleger o ano que vem, quando essa Ação chegar ao final. Se nós vencermos tudo bem. Se não vencermos daqui a três ou quatro anos, ela não me tira das funções. Ele me deixa inelegível por três anos. Então amigo, eu vou ficar a distrito a julgamento popular. É o que eu quero. O ano que vem como pré-candidato, eu passo com a aquiescência do meu Grupo a ser candidato, e vou enfrentar o julgamento popular. Se eu vencer de novo pela terceira vez as eleições, se eu for de novo pela terceira vez prefeito de minha Terra, essa Ação não me tira do cargo, por quer mesmo que venha sofrer todos os insucessos possíveis, eu apenas fico inelegível por três anos. Não deixo de ser prefeito de Sousa”, ponderou.

No final, o Prefeito da Terra dos Dinossauros direcionou recado aos adversários políticos que realizam um festival de exageros de informações a respeito deste Processo que vem tomando conta das conversas políticas local.

– Para os desesperados, para aqueles que ficam aí inventando “istórias” digo a eles: vão ter que se conformar, por que se o povo quiser, e se fosse hoje, o povo já deu mostra que quer. Eu espero que o governo faça o ano que vem mais do que esse ano. Então se o povo quiser, eu vou continuar prefeito de minha Terra fazendo o bem até o dia 31 de dezembro 2024, concluiu.

 

Por Pereira Jr.

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