Helder Florêncio

Movimento LGBT tentam suplantar DIREITOE DE LIBERADDE DE PENSAMENTO E RELIGIOSO

A professora paraibana Rumanelly Reis, fêz uma live em suas redes sociais onde expressou sua posição pessoal sobre o tema da homossexualidade, “reprovando” as relações homossexuais aos olhos de sua fé, utilizando como fundamentos de argumentação a Bíblia Sagrada de origem Judaico-Cristã, a mesma utilizada por Católicos e Protestantes.

Utilizando uma retórica de segregação e Cristofóbica, alguns militantes “defensores” da causa LGBT, rechaçaram as falas da professora de forma dura e a acusasam do crime de homofobia, (crime este que não cometeu), inclusive vindo a rpofessora a sofrer reprimendas da Defensoria Pública e do Ministério Público paraibano.

Ao que tudo indica, sem ao menos fazer uma leitura acurada do que foi falado pela professora, algumas entidades que deveriam zelar pelo Estado Democrático de Direito, por má fé ou por desconhecimento das próprias leis, tentam “calar” os conservadores, lhes tirando alguns direitos garantidos na própria Constitucioção Federal.

A leitura da nossa Costituição é simples e de fácil compreensão, senão vejamos:

“CF/88, Artigo 13: Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e de expressão. Esse direito compreende a liberdade de buscar, receber e difundir informações e ideais de toda natureza, sem consideração de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro processo de sua escolha”.

Ainda no ataque aos direitos da professora, se a mesma fêz referências ao que está escrito na Bíblia Sagrada Judaica-Cristã (que é a base da sociedade ocidental), o fez de forma correta, pois todos sabem que a Bíblia (livro milenar) reprova relações homossexuais, queiram os ativistas ou não, sendo esta proibição encontrada também na religião mulçumana, só que nesta última a pena pela prática seria a capital.

Nossa Constituição também ensina ser inviolável o direito à liberdade religiosa.

Em seu artigo 5º, VI, está escrito:

“É inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

Ora, se a professora tem como inviolável sua liberdade de consciência, de crença e das liturgias de sua religião, a própria Bíblia é o guia maior dessas liturgias, e sua leitura e obediência são garantidas, repito, de forma INVIOLÁVEL.

O incrível é que, quando a religião das outras pessoas e seus símbolos são desrespeitados frontalmente pelos ativistas LGBTs, o Ministério Público e a DPE nada fazem (se calam), revelando uma sintonia ideológica e não profissnal com os casos que lhe são apresentados, parecendo também que há um certo “medo” de tratar o tema aos olhos da Constituição Federal, e por isso preferem lançar mão de retirar direitos garantidos ne própria Constituição para agraciar ideologias perseguidoras ao Cristianosmo, utilizando-se de histeria para justificar e encrir seu ódio para com os Cristãos, sabendo que nada lhe será imputado.

Por: Helderley Florêncio Vieira

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