Getra alerta empresas sobre mudanças no auxílio-doença após decisão do STF

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que confirmou o fim da prorrogação automática do auxílio-doença acendeu um sinal de alerta para empresas de todo o país. Com a nova regra, o trabalhador que permanecer incapacitado deverá solicitar a prorrogação do benefício junto ao INSS dentro do prazo estabelecido. Caso isso não aconteça, o auxílio será encerrado automaticamente, mesmo sem a realização de uma nova perícia médica.

Para a Getra, empresa especializada em Saúde e Segurança do Trabalho (SST), a mudança reforça a necessidade de uma gestão ainda mais eficiente dos afastamentos previdenciários. O acompanhamento dos colaboradores em benefício, a orientação sobre os prazos do INSS e o planejamento do retorno ao trabalho passam a ser medidas fundamentais para evitar prejuízos tanto para o empregado quanto para a empresa.

Segundo a equipe técnica da Getra, a nova realidade exige que os setores de Recursos Humanos e SST atuem de forma integrada, monitorando as datas de cessação dos benefícios e orientando os trabalhadores sobre a necessidade de solicitar a prorrogação quando a incapacidade persistir. A adoção de processos preventivos reduz riscos de retornos prematuros às atividades e fortalece a conformidade com a legislação trabalhista e previdenciária.

Outro ponto de atenção destacado pela Getra é que o retorno ao trabalho de um colaborador ainda sem condições clínicas adequadas pode aumentar significativamente o risco de acidentes, agravamento do quadro de saúde, novos afastamentos e até responsabilizações para a empresa. Por isso, o exame de retorno ao trabalho e a avaliação médica ocupacional tornam-se etapas ainda mais estratégicas nesse novo cenário.

Diante das mudanças, a Getra reforça que investir em uma gestão especializada de Saúde e Segurança do Trabalho deixou de ser apenas uma obrigação legal para se tornar uma ferramenta de proteção ao trabalhador e de segurança jurídica para as empresas. Em um ambiente de constantes atualizações nas normas previdenciárias e trabalhistas, informação, prevenção e acompanhamento técnico fazem toda a diferença para garantir um retorno ao trabalho seguro e responsável.

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