Estive nesta tarde almoçando no restaurante Picanha de Ouro, em João Pessoa, onde tive a oportunidade de me encontrar com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, e seu irmão, Renato Feliciano. Em uma conversa marcada por muita cordialidade, dialogamos sobre os desafios e as oportunidades do turismo brasileiro e, especialmente, sobre a experiência que ele viveu nesta passagem pela Índia.
Gustavo me relatou a importância da reunião de ministros do Turismo do BRICS, realizada em Jaipur, e do plano de ação firmado entre Brasil e Índia para estimular o fluxo de turistas entre os dois países. Com uma população de aproximadamente 1,5 bilhão de habitantes, a Índia representa um mercado gigantesco e estratégico para o Brasil, capaz de abrir novas portas para nossos destinos, nossa cultura e nossa economia.
O acordo prevê ações conjuntas de promoção turística, divulgação de eventos, compartilhamento de informações e estatísticas, além de iniciativas de capacitação profissional e aproximação entre os órgãos oficiais dos dois países. Mais do que números, vejo nessa iniciativa uma oportunidade concreta de colocar o Brasil cada vez mais no radar do turista indiano e, ao mesmo tempo, ampliar negócios, investimentos e intercâmbios entre as duas nações.
Ao ouvir Gustavo Feliciano falar sobre essa experiência, percebi que a viagem à Índia vai muito além de uma agenda institucional. É uma demonstração de que o turismo pode ser uma poderosa ferramenta de desenvolvimento e aproximação entre os povos. E, ao encontrá-lo hoje em João Pessoa, depois dessa missão internacional, fiquei com uma certeza: Gustavo Feliciano está ajudando a abrir novas portas para o Brasil e, nessa missão, o turismo brasileiro pode encontrar verdadeiro ouro na Índia.






