Com a segunda maior taxa de crescimento do Nordeste e a quarta do país, o setor de serviços na Paraíba avança em abril pelo oitavo mês seguido. É o que mostra a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (11). O indicador na Paraíba cresceu no mês de abril deste ano em todos os comparativos e bem acima da média nacional.
Na comparação de abril sobre o mesmo mês do ano passado, a taxa da Paraíba avançou 5,3% no volume de serviços, índice mais que duas vezes superior à média brasileira (1,9%). Além de alcançar a segunda maior taxa dos estados do Nordeste teve ainda o 4º maior crescimento entre as 26 unidades da federação e o Distrito Federal, atrás apenas de Distrito Federal (19,1%), Alagoas (11,3%) e Amapá (9,7%).
Frente a março deste ano, o volume de serviços da Paraíba expandiu 2,1%, superando quase o dobro da média nacional (1,2%). No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o volume de serviços da Paraíba apresentou alta de 3,2%, ficando bem acima da média brasileira (2,2%).
O avanço de abril sobre o mesmo do ano passado, foi acompanhado por quatro das cinco atividades do setor de serviços, contando com crescimento em 51,8% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores de serviços que mais cresceram em abril sobre o período do ano passado se destacam o de informação e comunicação, que exerceu o principal impacto positivo. O analista do IBGE da Pesquisa Mensal de Serviços, Rodrigo Lobo, revelou que “o setor de serviços se mantém operando em patamar elevado,” avaliou.
O QUE MEDE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços do país e dos Estados, investigando a receita bruta e real de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, mas excluídas as áreas de saúde e educação. Ao lado da administração pública, os setores de serviços e de comércio têm os maiores pesos na composição do PIB do País e dos Estados.







