O deputado estadual Tarcísio Jardim utilizou suas redes sociais para levantar um dos temas mais sensíveis da segurança pública: quem deve arcar com os custos do monitoramento eletrônico de pessoas que cumprem pena fora do sistema prisional. A discussão tem como base o Projeto de Lei nº 1.335/2024, que estabelece que o próprio apenado seja responsável pelo pagamento da tornozeleira eletrônica, exceto nos casos em que ficar comprovada a impossibilidade financeira.
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Ao apresentar o tema à sociedade, o parlamentar questionou se é justo que trabalhadores e contribuintes continuem financiando, por meio dos impostos, o monitoramento de condenados que possuem condições de custear o equipamento. Para Tarcísio Jardim, a proposta amplia o debate sobre responsabilidade, equilíbrio e justiça na aplicação dos recursos públicos, preservando a assistência do Estado apenas para aqueles que realmente não têm capacidade de arcar com a despesa.
Conhecido por defender pautas ligadas à segurança pública e ao fortalecimento das instituições, Tarcísio tem se destacado por trazer ao centro das discussões temas considerados estratégicos para a sociedade. O parlamentar tem incentivado a participação popular em assuntos que impactam diretamente a vida dos cidadãos, buscando ampliar o diálogo sobre políticas públicas voltadas ao combate à criminalidade, à valorização das forças de segurança e ao uso responsável dos recursos públicos.
Ao levar esse questionamento às redes sociais, o deputado reafirma sua postura de promover debates firmes e relevantes sobre temas de interesse coletivo. A iniciativa reforça seu compromisso com uma atuação parlamentar pautada na responsabilidade fiscal, na segurança pública e na construção de soluções que conciliem justiça social, eficiência do Estado e participação da população nas grandes discussões que envolvem o futuro da sociedade.







